DHS reduz em mais de 80% número de casos de dengue na comparação com último surto de 2015

Foram confirmados 149 casos na cidade em 2019, sem nenhum registro de óbito, enquanto em 2015 foram 773 casos. De acordo com a autarquia, campanhas de prevenção e apoio da população são primordiais para os bons resultados no combate à doença.

O combate ao Aedes Aegypti é uma das prioridades do DHS no governo Tina Januário, que vem desenvolvendo diversos trabalhos preventivos, em todos os bairros da cidade, a fim de orientar e conscientizar a população sobre a necessidade de combater criadouros do mosquito Aedes Aegypt. Graças a isso, os números da cidade são bons, mesmo em meio a uma grave epidemia regional.

De acordo com dados da Vigilância Epidemiológica divulgados na tarde da última quinta-feira (09/5), foram confirmados 149 casos na cidade, sem nenhum registro de óbito. Os números são muito menores que os registrados em anos de surtos anteriores. Em 2015, por exemplo, foram notificados 894 casos de dengue, sendo 773 confirmados. Já em 2017, as ações de controle passaram a surtir efeito, e o ano terminou com apenas 1 caso da doença. Em 2018, apenas um caso importado de dengue foi registrado.

Rogério Teixeira Barbosa “Pida”, diretor do DHS, solicitou o apoio de toda população, enfatizando que cada morador tem em suas mãos o poder para acabar com os possíveis criadouros do mosquito e ajudar a erradicar a doença. “O DHS, juntamente com os Agentes Comunitários de Saúde, Sanitários, de Endemias, e a Prefeitura Municipal, vêm realizando ações de limpeza, mutirões de retirada de possíveis criadouros e orientações de prevenção e combate ao vetor. Com o apoio da população, vamos conseguir uma importante vitória contra a dengue”, disse.

A enfermeira Luciana Martessi, responsável pelo setor de Vigilância Epidemiológica, explica que 80% dos criadouros estão no interior das casas, por isso, é preciso redobrar a atenção e procurar a Unidade de Saúde caso haja o aparecimento de sintomas como manchas, dores e febre. “Importante atentar-se aos sintomas: dores musculares, febre, náuseas, manchas avermelhadas pelo corpo, dor de cabeça, dor atrás dos olhos, possível “gosto amargo” na boca e prostração”, disse.

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