DHS segue com trabalho intenso de combate à Dengue

As operações e campanhas realizadas pela Vigilância Epidemiológica, por meio do Departamento de Higiene e Saúde de Pompeia e em conjunto com a Vigilância Sanitária, não param. De acordo com estes setores, para continuarmos mantendo o controle da Dengue em nossa cidade, é preciso prosseguirmos no combate ao mosquito Aedes Aegypti, diariamente, eliminando qualquer possibilidade de criadouro.

O Risco de uma epidemia de dengue colocou todos os municípios do estado de São Paulo em ALERTA, inclusive Pompeia. Segundo o superintendente do DHS, Rogério Teixeira Barbosa “Pida”, Agentes Comunitários de Saúde, Sanitários e de Endemias, realizam várias operações com frequência e visitam diversas residências, todos os dias, orientando a população quanto a prevenção de formação de focos do mosquito transmissor da dengue. “Faz-se necessário o envolvimento de toda a população, atentando para o acúmulo de água, principalmente após estas chuvas de fim de tarde, que têm sido rotineiras, propiciando um meio ideal para a proliferação do mosquito”, disse.

O município apresenta em seu histórico desde o ano 2000, registros de casos nos anos de: 2010, 2013, 2014, 2015 e apenas 1 (um caso), sendo ele, IMPORTADO, em 2018. “Todo o apoio necessário vêm sendo dado às Equipes de Saúde para a contenção dos casos e para evitar o aumento do número de casos notificados como suspeitos na cidade”, complementou “Pida”.

Combater a Dengue e outras doenças relacionadas ao Aedes Aegypti (Zika e Chikungunya), está entre as prioridades da prefeita Tina Januário, que acompanha o desenvolvimento das ações de orientação e eliminação de focos do mosquito transmissor. “É extremamente importante alertar a nossa população sobre os perigos da Dengue e de como as ações simples podem afastar os riscos da doença. Fico muito feliz em ver o engajamento dos servidores e da população, nessa luta contínua por uma cidade saudável e sem riscos de um surto da doença”, concluiu a prefeita.

O setor saúde, por si só, não tem como resolver a complexidade dos fatores que favorecem a proliferação do vetor da Dengue. O trânsito de pessoas e veículos terrestres é cada dia mais intenso e rápido, sem contar que a ocorrência do agravo também está associada à elevação dos índices pluviométricos e às variações de temperatura, principalmente no primeiro semestre de cada ano. Trata-se do período de pluviosidade e temperatura mais elevados na maior parte do Brasil, o que contribuiu para o aumento do número de criadouros e, consequentemente, dos casos da Dengue.

 

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